A música deve ser a voz de tudo aquilo que ali está silencioso, sem ter a faculdade de se exprimir, e nós termos a possibilidade de o compreender – a voz das estrelas, das pedras, das nuvens, das flores, de tudo o que, desde as ervas molhadas até às vias lácteas, fala muito indefinidamente e com vibrações muito sobrenaturais, para que o nosso êxtase as possa escutar.
Prosas Bárbaras










